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Pharma InnovationMedicamentos MercadoTakeda apresenta ao mercado medicamento inovador para doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

Takeda apresenta ao mercado medicamento inovador para doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

Dexilant® (dexlansoprazol) chega aos pacientes de DRGE com objetivo de promover acesso a opções terapêuticas de primeira linha à população

A Takeda, uma das 10 maiores farmacêuticas do país, lança no Brasil o Dexilant® (dexlansoprazol)1, medicamento inovador para o tratamento do refluxo gastroesofágico (DRGE). Dexilant® (dexlansoprazol)1 possui um mecanismo único de dupla liberação do medicamento que proporciona um controle maior da acidez do estômago e, consequentemente, a cicatrização de lesões e o alívio dos sintomas. Além disso, este mecanismo diferenciado de liberação permite que o medicamento seja tomado em qualquer hora do dia, bem como associado ou não a alimentos2.

Em linha com a diretriz corporativa de colocar o paciente no centro de suas decisões, com este lançamento, a Takeda reforça o seu compromisso em proporcionar acesso a medicamentos inovadores para os pacientes por meio de um preço mais baixo em relação aos demais medicamentos de referência. Dexilant® (dexlansoprazol)1 pertence à classe de tratamentos indicados para a DRGE e cujos sintomas mais comuns são azia e regurgitação.

“A Takeda ocupa posição de liderança na gastroenterologia e está sempre em busca de tratamentos que façam a diferença na vida dos pacientes, de acordo com a estratégia da companhia de priorizar as necessidades não atendidas dos pacientes, construir confiança, reputação e, por último, expandir o seu negócio. Além de reforçar nosso compromisso para melhorar a saúde global, Dexilant® (dexlansoprazol)foi desenvolvido para ampliar o acesso dos pacientes ao tratamento da DRGE”destaca Rodrigo Rodriguez, diretor da unidade de negócios Prescrição da Takeda.

Sobre a doença

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), é uma condição que se desenvolve quando o conteúdo do estômago reflui para o esôfago provocando sintomas desagradáveis e/ou complicações. É uma doença de alta prevalência mundial, atingindo cerca de 20% da população4.

No Brasil, um estudo populacional, abrangendo 22 cidades de diferentes regiões, observou que a prevalência de DRGE corresponde a uma taxa de 12% a 20% da população urbana5. “O número de pessoas que convivem com a DRGE pode variar entre 20 a 36 milhões só no Brasil, representando uma parcela muito significativa da população. Contar com uma ampla gama de opções terapêuticas para atender as diferentes necessidades dos pacientes é um fator muito relevante que contribui para a saúde e qualidade de vida dos pacientes”, reforça o Dr. Décio Chinzon, doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e médico-assistente da disciplina de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Os sintomas mais típicos da DRGE são azia e queimação, podendo em alguns casos mostrar-se de forma atípica como, por exemplo: tosse, pigarro, dor torácica e outros. O diagnóstico é, inicialmente, baseado na história e exame físico do paciente, sendo a endoscopia, o método de escolha como investigação complementar.4

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