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J&J investe na categoria antialérgicos

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Campanha da J. Walter Thompson divulga o Reactine, primeiro anti-histamínico da companhia

Atenta a um mercado que no Brasil movimentou R$ 2 bilhões em 2018 (Fontes: IQVIA agosto 2018 e Close up 2018), o de medicamentos isentos de prescrição, a Johnson & Johnson Consumo elegeu para investir, dentro desse universo, no combate a alergias. Antialérgicos são o quinto maior segmento entre os chamados MIPs e a J&J já atua em outras três categorias de produtos, com Tylenol, Benalet, Mylanta e Nicorette. O Reactine complementa o portfólio da Johnson & Johnson Consumo, que na frente de antialérgicos já tinha o Budecort. Este, no entanto, é um corticoesteróide intranasal que requer prescrição médica, por atuar como anti-inflamatório local.

Já o produto que a J&J acaba de lançar e começou a divulgar nesta quarta-feira, 15, por meio de campanha criada pela J. Walter Thompson, combate rapidamente os sintomas nasais e oculares da rinite alérgica e urticária, por até 24 horas. Segundo a J&J, o produto também inova a categoria por ser o primeiro com tecnologia de cápsulas líquidas. O comercial “Encontro Alérgico” usa o bom humor para tratar dos diferenciais do Reactine ao abordar situações constrangedoras pelas quais as pessoas alérgicas passam em seu dia a dia.

A campanha teve como base duas pesquisas realizadas pela J&J, uma qualitativa, presencial, feita em parceria com a Perception e outra quantitativa via Google Survey, da qual participaram 2.078 pessoas, de 18 a 54 anos, que têm histórico de alergias e consomem itens da categoria frequentemente. Para 55% delas, sua produtividade no dia a dia é afetada em períodos de crise alérgica, principalmente pelo cansaço que isso gera (apontado como problema por 74% dos participantes). Assim, a campanha da JWT incentiva os consumidores propensos a alergias a não deixarem que essas crises baguncem mais a sua rotina.

Segundo Cristina Santiago, diretora de marketing das marcas de Self Care & Essential Health da Johnson & Johnson Consumo Brasil, os MIPs representam 10% do faturamento da companhia no País e 32% do faturamento global da Johnson & Johnson Consumo. “Segundo dados da IQVA, de agosto de 2018, 52% das pessoas compram medicamentos isentos de prescrição no País sempre que vão à farmácia, um dos principais pontos de venda da companhia como um todo, o que prova a relevância de termos um mix de produtos completo, que atenda às necessidades do shopper que frequenta esse canal”, explica Cristina.

A executiva afirma, ainda, que Reactine pretende consolidar a presença da J&J em antialérgicos e aumentar seu market share na categoria. Ela também comenta os desafios de divulgar esse tipo de produto, pelo fato de ter impacto direto na saúde e qualidade de vida do seu público-alvo: “Apesar de as regras de comunicação para medicamentos sem prescrição se assemelharem à dinâmica de produtos de consumo, a presença constante do texto legal na menção da marca e clareza dos claims aprovados, bem como a indicação para a orientação de consulta a profissionais de saúde, são fundamentais”.

Fonte: Meio&Mensagem 16.05.2019

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